🔴 URGENTE: Pai de Gustavo faz revelação sobre a morte do filho… Ver Mais
A morte de Gustavo Veloso Feitosa, de apenas 3 anos, continua sendo investigada pela Polícia Civil do Tocantins e ganhou novos detalhes nos últimos dias. O menino morreu em Palmas, e o caso passou a ser tratado pelas autoridades como uma investigação de extrema gravidade após os exames do Instituto Médico Legal (IML) contradizerem a primeira versão apresentada pelo pai.
Gustavo estava sob os cuidados do pai, Igor Gustavo Veloso de Sousa, e da madrasta, Kathellen Moreira, quando sofreu as agressões que resultaram em sua morte. Os dois estão presos preventivamente enquanto a polícia tenta esclarecer exatamente o que aconteceu.
Inicialmente, Igor procurou as autoridades e apresentou uma versão segundo a qual o menino teria se afogado em uma piscina. De acordo com o relato divulgado na investigação, o pai afirmou que Gustavo havia entrado na água, depois teria expelido líquido e dormido. Na manhã seguinte, segundo essa versão, a criança foi encontrada morta.
A perícia, porém, descartou a hipótese de afogamento.
O laudo do IML apontou que Gustavo morreu em consequência de uma hemorragia interna provocada por agressões. Os exames também identificaram lesões graves, incluindo ferimentos nas regiões intestinal e anal. A investigação considera que as lesões fazem parte de um contexto de violência extrema.
Com a descoberta dos resultados periciais, a versão apresentada inicialmente pelo pai passou a ser confrontada pelos investigadores. A polícia apura se a história do suposto afogamento teria sido criada para tentar esconder a verdadeira causa da morte.
O caso também ganhou outra dimensão diante do histórico de conflitos entre Igor e Sabrina Feitosa, mãe de Gustavo. Segundo informações reunidas pela investigação, havia registros anteriores de ameaças e violência envolvendo o casal, e Sabrina chegou a ter uma medida protetiva contra o ex-companheiro.
Um vídeo também passou a fazer parte das informações analisadas pelas autoridades. Nas imagens, Gustavo aparece chorando e dizendo que não queria ir para a casa do pai porque, segundo ele, sofria agressões. A gravação está sendo considerada dentro do conjunto de elementos que ajudam os investigadores a reconstruir o histórico da criança.
A Polícia Civil também passou a investigar a possibilidade de que a morte tenha sido praticada com o objetivo de atingir emocionalmente a mãe. Essa hipótese é conhecida como violência vicária, e o enquadramento jurídico do caso ainda não foi definitivamente estabelecido.
A legislação brasileira passou a prever o crime de vicaricídio em 2026, com pena de 20 a 40 anos de prisão, podendo haver aumento quando a vítima é criança ou adolescente. Entretanto, a Secretaria da Segurança Pública do Tocantins informou que o inquérito ainda está em andamento e corre sob sigilo.
A defesa do pai e da madrasta afirma que as acusações são graves e que os esclarecimentos serão apresentados à Justiça. Os advogados também pedem cautela na análise do caso enquanto a investigação não for concluída.
Até o momento, Igor e Kathellen permanecem presos preventivamente. A polícia continua reunindo provas para determinar a participação individual de cada investigado e esclarecer a sequência de acontecimentos que levou à morte de Gustavo.
O caso segue sob investigação e qualquer nova conclusão dependerá dos resultados das diligências e da análise das provas reunidas pela Polícia Civil.



Publicar comentário