Mulher tenta entrar na prisão com 7 celulares esc0ndidos na bu…Ver mais
Três mulheres foram detidas após serem flagradas tentando entrar com celulares escondidos nas partes íntimas em uma unidade prisional de Senador Canedo, em Goiás. O caso aconteceu na sexta-feira, 29 de novembro de 2019, durante o horário de visita aos detentos.
De acordo com informações divulgadas pela Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP), as visitantes tentavam entrar na Unidade Prisional de Senador Canedo quando foram submetidas aos procedimentos de segurança.
Ao todo, sete aparelhos celulares foram encontrados com as três mulheres. Também foram apreendidos um fone de ouvido e um cabo USB, que estavam escondidos da mesma maneira.
A descoberta aconteceu depois que os detectores de metais emitiram alerta durante a revista. As visitantes foram questionadas pelos agentes e acabaram entregando os aparelhos que carregavam.
Segundo as informações divulgadas na época, uma das mulheres tinha 21 anos e visitava o irmão, enquanto as outras duas, de 27 anos, estavam na unidade para visitar seus companheiros. Os detentos relacionados às visitantes cumpriam pena por crimes como roubo, homicídio e receptação.
Após serem flagradas, as mulheres foram encaminhadas para a Delegacia de Polícia de Senador Canedo, onde o caso foi registrado para investigação.
Além da ocorrência policial, a direção da unidade prisional informou que seriam instaurados procedimentos administrativos para apurar a situação e verificar quem receberia os equipamentos dentro do presídio.
A entrada de celulares em unidades prisionais é tratada como uma questão de segurança, já que os aparelhos podem permitir comunicação dos detentos com pessoas do lado de fora e, dependendo do caso, facilitar atividades criminosas.
O caso chamou atenção justamente pela quantidade de aparelhos encontrados em uma única ação. Os sete celulares estavam sendo levados para dentro da unidade de forma clandestina e foram interceptados antes de chegarem aos presos.
Apesar de o episódio ter ocorrido em 29 de novembro de 2019, o caso voltou a circular nas redes sociais e em páginas de notícias, muitas vezes apresentado sem a data original. Por isso, é importante destacar que se trata de uma ocorrência registrada naquele ano.



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