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Reviravolta no caso vitória que chocou a polícia; “amiga que convidou…Ver mais

A morte de Vitória Regina de Sousa, de apenas 17 anos, tem chocado Cajamar, na Grande São Paulo, não apenas pela brutalidade do crime, mas também pelo comportamento inesperado de seu próprio pai.

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Enquanto a polícia se aprofunda nas investigações para entender o que levou à morte da adolescente, o pai da vítima surpreendeu os investigadores ao demonstrar frieza extrema diante da tragédia.

A jovem desapareceu no dia 26 de fevereiro, depois de sair do trabalho em um shopping da cidade, e seu corpo foi encontrado em uma área de mata no dia 5 de março. A cena do crime indicava sinais de tortura: Vitória tinha cortes profundos no tórax, pescoço e rosto, estava nua e com a cabeça raspada.

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O choque aumentou quando peritos da Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC) confirmaram que a jovem foi assassinada com três facadas, reforçando a crueldade do ataque.

Frieza do pai e pedido inusitado levantam suspeitas

Além das dificuldades da investigação, o comportamento do pai da vítima, Carlos Alberto Souza, passou a ser um dos pontos de atenção da polícia. Segundo os investigadores, sua reação impassível e distante não condiz com a dor esperada de um pai que perde a filha em circunstâncias tão brutais. O que mais chamou a atenção foi o fato de que, logo após a confirmação da morte de Vitória, ele teria usado a tragédia para pedir um terreno ao prefeito de Cajamar.

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A atitude levantou questionamentos sobre suas reais intenções e possível envolvimento no caso. Além disso, ele omitiu informações importantes sobre as ligações que fez para a filha no dia do desaparecimento, outro ponto que passou a ser analisado pelos investigadores. Para a polícia, o foco principal no momento é confirmar a presença de todos os suspeitos na cena do crime antes de aprofundar a motivação do assassinato.

Investigação avança, e um suspeito já está preso

Enquanto avalia o comportamento do pai, a Polícia Civil segue avançando na apuração do caso. Três suspeitos foram identificados, mas, até o momento, apenas um está preso: Maicol Antônio Sales dos Santos. Das 16 testemunhas já ouvidas, duas relataram seu envolvimento no crime.

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Uma das testemunhas afirmou ter visto o carro de Maicol próximo ao ponto final do ônibus onde Vitória desceu na noite do desaparecimento.

O veículo foi apreendido, e um fio de cabelo encontrado no interior passará por exame de DNA para verificar se pertence à vítima. O resultado ainda não foi divulgado.

Outra testemunha relatou que viu uma movimentação estranha na casa de Maicol na madrugada do dia 27 de fevereiro, horário em que Vitória supostamente passava pela região a caminho de casa. A residência do suspeito fica a cerca de 2 km da adolescente e a 5 km do local onde o corpo foi encontrado.

A polícia solicitou a prisão temporária dos três suspeitos diretamente investigados pelo homicídio, mas a Justiça autorizou apenas a de Maicol, que foi preso no último sábado (8).

As investigações continuam e novas testemunhas devem ser ouvidas nesta semana para esclarecer o verdadeiro papel de cada envolvido, incluindo o pai da vítima, que agora está sob escrutínio das autoridades.

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