📰 Casal preso após morte de menino de 3 anos… Ver Mais
📰 Pai e madrasta são presos após morte de menino de 3 anos; investigação aponta que não houve
Um menino de apenas 3 anos morreu em Palmas, no Tocantins, e o caso passou a ser investigado como uma possível morte violenta. O pai da criança e a madrasta foram presos preventivamente na madrugada de quinta-feira (6), após a Polícia Civil reunir elementos que levantaram dúvidas sobre a primeira versão apresentada para a morte.
Inicialmente, o pai informou às autoridades que o filho teria se afogado na piscina da residência da família. No entanto, os primeiros exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) não encontraram sinais compatíveis com afogamento.
De acordo com informações divulgadas pela investigação, o exame apontou múltiplas lesões e sinais de trauma no corpo da criança. O diretor do IML afirmou que o estado em que o menino chegou para a perícia era incomum e apresentava indícios de violência. A causa definitiva da morte, porém, depende da conclusão dos exames periciais.
A mudança na linha de investigação levou a Polícia Civil a solicitar à Justiça a prisão preventiva do pai e da madrasta. Os dois estavam em um imóvel onde vinham sendo monitorados pelas equipes policiais.
Quando perceberam a aproximação dos agentes, os investigados acionaram a defesa. Segundo as autoridades, os advogados comunicaram que o casal se apresentaria para cumprir a decisão judicial.
Após os procedimentos legais, o pai foi encaminhado ao sistema prisional. A madrasta também foi presa e levada para uma unidade prisional feminina.
A investigação continua para esclarecer exatamente o que aconteceu com a criança e identificar as circunstâncias que levaram à sua morte. Os investigadores também devem analisar os elementos reunidos durante a apuração e os resultados dos exames realizados pelo IML.
O caso provocou forte repercussão justamente pela idade da vítima e pelas contradições identificadas durante a investigação. Uma criança de apenas 3 anos morreu dentro de um ambiente familiar, e agora a polícia tenta reconstruir os últimos momentos de sua vida.
A defesa do pai informou que ele colaborou com as autoridades desde o início das investigações, apresentou-se voluntariamente para cumprir o mandado de prisão e, por causa do sigilo do caso, não irá comentar o mérito das acusações.
Enquanto a investigação prossegue, pai e madrasta permanecem presos. A polícia ainda trabalha para esclarecer todos os detalhes e definir as responsabilidades pelo ocorrido.



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